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| Escrito por PortalNossoMundo | | Sáb, 05 de Setembro de 2009 21:25 | | Quando a decisão é sacrificar ou não um animal de estimação que esta doente, a polêmica é grande. Para esclarecer e explicar as verdades e mitos sobre a leishmaniose e seu tratamento, o médico veterinário e doutorando da USP (Universidade de São Paulo), André Fonseca ministrou uma palestra sobre o assunto no 3° Congresso de Medicina Veterinária no MS e suas Fronteiras - COMVET realizado na Universidade Católica Dom Bosco- UCDB. Segundo ele, nem todo o animal portador do vírus é transmissor. “Quando o cão apresenta o protozoário, deve ser feito um tratamento e acompanhamento para que os sintomas clínicos não evoluam e que ele não se torne também um transmissor”, explica Fonseca. Mesmo existindo tratamento, os órgãos de saúde determinam a eutanásia - sacrifício do animal -, porque embora o animal não possa desenvolver os sintomas, ele continua sendo um hospedeiro. “Não existe nenhum estudo científico que comprove a eficácia da eutanásia, o que deveria existir em maior proporção é a política de combate aos mosquitos. Não adianta tentar solucionar o problema de um lado se os mosquitos continuam se proliferando” completa Fonseca. O médico veterinário explica que os melhores exames para diagnosticar a leishmaniose são o sorológico e a combinação dos exames laboratoriais, pois apenas o exame sorológico não indicará a leishmaniose, mas sim o contato ou não com o protozoário leishmaniose visceral. Fonte: Midiamax Matéria em: http://www.midiamax.com/view.php?mat_id=523383 site: PROANIMA-DF |
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